Relato de viagens. Compartilhando experiências, dicas criativas, fotos e orientações práticas para você programar a sua viagem. E Vamos Nessa!

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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Aruba

Ilha particular do Renaissance Resort - Aruba
Ilha do Renaissance Resort - Aruba
Ficamos quatro noites nesta viagem em Aruba, em agosto de 2011. No primeiro dia hospedamos em Palm Beach no hotel Mil Resort and Suites descrito no post Aruba - uma ilha feliz. No segundo dia transferimos para o Renaissance Aruba Resort & Casino, em Oranjestad, capital de Aruba. A reserva foi feita pelo meu filho num site de leilões e conseguimos pagar a diária de US$ 100,00 por quarto.

A troca foi vantajosa, o hotel oferece variadas opções de lazer e conforto. Está localizado em frente a uma bela marina. Para resolver o problema de praias para banho o hotel montou uma infraestrutura numa ilha próxima. Colocou lanchas, com capacidade para 25 pessoas, à disposição dos hospedes num intervalo de 15 min entra uma corrida e outra. O ancoradouro fica dentro do hotel, ao lado do Starbucks Café.

Lancha no píer do Hotel Renaissance Aruba Resort & Casino, em Oranjestad, capital de Aruba
Lancha no píer do Hotel Renaissance Aruba Resort & Casino, em Oranjestad, capital de Aruba
A ilha é paradisíaca, água azulzinha, límpida e transparente, boa temperatura, quase fria. Areia fina e branca, na água você tem a impressão de estar pisando em argila. Embeleza o lugar palmeiras, redes, espriguiçadeiras.

praia particular do Renaissance Aruba Resort & Casino, em Oranjestad, capital de Aruba
Praia particular do Renaissance Aruba Resort & Casino, em Oranjestad, capital de Aruba
Em uma parte da ilha há flamingos, iguanas, mangue de águas cristalinas e peixes coloridos. Por US$ 0,25 você compra uma ração e os flamingos vêm comer em sua mão.
Toalhas são fornecidas à vontade. A canga foi outro acessório que ficou guardado no hotel.


Iguana na praia particular do Hotel Renaissance, Aruba

Flamingos na praia particular do Hotel Renaissance, Aruba

Em Oranjestad encontram-se construções mais ao estilo holandês e uma coisa que todo turista brasileiro adora: "o comércio". Em primeiro lugar há o Renaissance Mall com lojas de grifes como Lacost, Louis Vuitton, Gucci, Salvatore Ferragamo, Carolina Herrera, Chopard etc. Em segundo lugar o comércio da main streat com lojas locais, lojas de souvenir, mercado, Duty free, Adidas, Nike, Diesel, Vitoria Secret e muitas outras. O comércio em Aruba é uma boa alternativa de passeios para quando não se está na praia.

Centro de Oranjestad - Aruba
Centro de Oranjestad - Aruba

Atenção, todo o comércio fecha aos domingos, nada, mas nada mesmo abre. No mercado os preços não estão marcados nas mercadorias, É impossível fazer a opção pelo preço entre produtos semelhantes, é na sorte mesmo.
Em um mercadinho 24h. dirigido por um dominicano, pela manhã fizemos uma compra por um preço, à tarde a mesma mercadoria foi-nos vendida por outro preço, reclamar a quem? não tem preço na mercadoria.

Para conhecer toda a ilha de 33 km de extensão por 9 km de largura, na sua parte mais larga, alugamos um carro econômico por US$38,00 a diária mais US$10,00 com taxa de entrega no aeroporto. Em um dia visitamos desde o farol Califonia num extremo, até a famosa praia Baby Beach própria para mergulho, noutro extremo, ela é cercada por corais que formam piscinas naturais.

Praia Baby Beach - Aruba
Praia Baby Beach - Aruba

Aruba produz a cerveja Balashi, nas versões garrafa de 330 ml e lata. Mas encontra-se com facilidade as cervejas holandesas Amstel e Heineken, a americana Budweise, e algumas outras. Nos mercados é possível comprá-las na faixa de US$2,50 a US$3,00 cada.

Balashi - cerveja arubiana
cerveja arubiana

Mas confesso a vocês que senti falta da muvuca da praia de Ipanema RJ, da gritaria dos vendedores ambulantes e principalmente de ver e ouvir o barulho das ondas.

Aruba, praia de areia branquíssima e água azul bebê
Aruba, praia de areia branquíssima e água azul bebê

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Aruba - uma ilha feliz

Placa padrão nos carros de Aruba
Sim, este é o slogan escrito nas placas dos carros de Aruba,

Depois de uma escala de 36 horas na cidade do Panamá, na sexta-feira, dia 12/08/2011 pegamos um voo da Copa Airlines para Aruba. Aeronave Embraer 190AR com 94 assentos. Saída do Panamá às 9:08 e chegada em Aruba às 12:08. Voo tranquilo, dentro do horário, serviço de bordo eficiente.

Táxi em Aruba não possui taximentro e uma corrida até Palm Beach, região dos high rise hotels custa US$25,00.
No primeiro dia ficamos hospedado no Hotel Mill Resort and Suites, em Palm Beach. Reservas feito pelo Booking.com
Chegamos por volta do meio dia mas o quarto só estaria disponível  a partir das 15:00 horas. Deixamos as malas no guarda-volumes e dirigimos ao bar para o drink de boas-vindas.
O chopp no bar da piscina custava US$ 5,00.
Nossa segunda providência foi procurar um comércio local para abastecer o frigobar do hotel e a bolsa térmica que nos acompanhou em Aruba o tempo todo. Os hotéis possuem máquinas de gelo, semelhantes aos hotéis nos Estados Unidos.
Eu havia lido em outros post que é recomendável levar para a praia sua bebida, água, lanche uma vez que a compra de qualquer produto só é possível nos bares dos hoteis que ficam à beira mar. E isto significa $$$$$. Ou praias sem nenhuma infraestrutura.

Vista da piscina do Mill Resort, ao fundo o Riu Palace, Aruba
Vista da piscina do Mill Resort, ao fundo o Riu Palace
O Mill Resort and Suites fica numa quadra atrás do Westin Resort & Cassino Aruba e do Hotel Riu Palace Aruba, ambos cinco estrelas, incrustado na areia da praia. Normalmente para irmos a praia passavamos por um ou outro hotel.
Nossa reserva era para um quarto studio com capacidade para até quatro pessoas. Possuia cozinha e sala, equipado com geladeira duplex, forno elétrico, forno de microndas, fogão, louças e talheres. Pagamos uma diária de US$ 150,00 mais US$ 54,00 por duas camas extras, sem café da manhã.

Quarto-studio do Mill Resort- Aruba
Quarto-studio do Mill Resort- Aruba
A construção do hotel é de dois pavimentos, os quartos circundam a piscina. Mantém serviço de praia com espriguiçadeiras dispostas ao lado do Westin Hotel, e oferece um serviço gratuito de vans para o transporte entre hotel e a praia.
Sinceramente não achei que compensou o custo benefício, por ser um hotel mais barato oferece pouca opção de lazer.

Praia de Palm Beach, em frente ao Westin Hotel - Aruba
Praia de Palm Beach, em frente ao Westin Hotel - Aruba

Em Palm Beach há os hoteis com os seus cassinos, uma longa faixa de praia com o mar azul turqueza e areia branca, muitas espriguiçadeiras enfileiradas na areia. É a praia de maior movimento de Aruba. Encontra-se também um razoável comércio atrás do Radisson Resort, onde é certa a badalação à noite. Ali  encontram-se mercadinhos, bares, restaurantes, pizzarias, boates, duas churrascarias brasileiras e casas conhecidas como o Hard Rock Café, Señor Frog, Coconut Trading, Papillon, Chico Latino etc.
Palm Beach - Aruba
Palm Beach - Aruba

Palm Beach - Aruba
Palm Beach - Aruba

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Panamá II

Punta Paitilla o bairro moderno do Panamá
Punta Paitilla o bairro moderno do Panamá
Na cidade do Panamá, embora banhada pelo Pacífico, as praias adequadas para banho ficam um pouco distante. As melhores praias ficam na costa do Caribe, no arquipelágo de Boca del Toro.
Panamá City é uma cidade de contrastes e está em pleno desenvolvimento. Nota-se pelas moderníssimas construções nas regiões de Punta Pacifico e Punta Paitilla com prédios residenciais com mais de 70 andares, arquitetura arrojada que nos faz lembrar o centro de Miami ou mesmo Dubai. O paraíso das construtoras, vi placas com o nome da Odebrecht por lá.

Construções na Cidade do Panamá
Cidade do Panamá em pleno desenvolvimento, construções por todo lado

 Por outro lado a cidade do Panamá também tem o seu lado latino, espanhol com favelas verticais, barracas vendendo comidas na rua e trânsito caótico.
A população é heterogênea, formada por uma maioria de mestiços de índios e europeus. Muitos estrangeiros foram atraídos ao Panamá para a construção do Canal, e  pela zona franca de Colón.
Pelo nosso city tour vimos alguns panamenho vestindo a camisa da seleção brasileira de futebol, e vários outdoors com a figura do Kaká. Nosso guia informou que a seleção brasileira é o segundo time dos panamenhos, quando ela joga é uma festa no Panamá.

Esquina da Via Espana; uma das principais avenidas da cidade do Panamá
Esquina da Via Espana; uma das principais avenidas da cidade

Outra coisa que chama atenção na cidade são os ônibus que fazem o transporte público, são os velhos ônibus escolares americanos apelidados de "Diablo Rojo" eles são pintados ao gosto do freguês, isto é do dono, uma bizarrice só. Alguns ainda utilizam aquelas luzinhas parecidas com iluminação natalina dando um aspecto mais chamativo para o ônibus.

Diablo Rojo; ônibus que fazem o transporte público na cidade do Panamá
Diablo Rojo; ônibus que fazem o transporte público na cidade do Panamá
É uma cidade de clima tropical, quente e com uma vegetação muito bem preservada. Com o calor que faz na cidade só mesmo uma cervejinha para amenizar.

Cerveja Balboa produzida no Panamá
Cerveja Balboa produzida no Panamá
A primeira que experimentamos foi a Balboa logo após o check-in no hotel, pagamos US$ 2,25, depois no passeio do Causeway Amador foi a vez da Atlas  US$ 3,25 e no aeroporto degustamos a cerveja Panamá a melhor e também a mais cara por US$ 5,00, afinal em todos os aeroportos é a mesma exploração. Como se diz: "Turista sofre"

Cerveja Panamá


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Panamá - visita ao Canal e lugares de interesse



No nosso segundo dia de visita a cidade do Panamá, em conseqüência de uma escala de 36 horas do vôo Brasília/Aruba da Copa Airlines, contratamos um táxi a US $50,00 por 4h para visitar os principais pontos turísticos: Canal do Panamá. Causeway de Amador, Casco Antiguo e Panamá Viejo. A agência de turismo localizada no hotel cobrava US $30,00 por pessoa.

Canal do Panamá

Visitamos o Centro de Visitantes de Miraflores. O ingresso custa inteira US $8,00 com meia entrada para estudantes e aposentados. Este ingresso dá direito de assistir ao filme, dublado em espanhol ou inglês, sobre a construção do canal e a luta dos panamenhos para assumirem o controle do canal.
O canal possui três sistemas de eclusas; Gatún, Pedro Miguel e Miraflores.
As eclusas servem para subir ou descer em etapas os navios, uma espécie de elevador aquático que eleva e rebaixa o nível da água. Como as eclusas são muito estreitas, o navio passa por elas puxados por trens rebocadores ligados aos navios por cabo. Eles ajudam a manter a embarcação alinhada, evitando assim uma trombada.
Por sorte vimos um navio cargueiro descendo o canal no sentido Atlântico/Pacífico. São 26 m acima do nível do mar. Toda a travessia do canal pode durar até 10 horas Durante a travessia, na eclusa de Miraflores, há um locutor explicando o processo.
O interessante é que enquanto o público fotografava e filmava a travessia a tripulação do navio também fotografava, filmava e acenava para o público presente.

O navio  aproximando-se do Centro de Visitantes de Miraflores

O nível da água um pouco mais baixo


O navio em frente ao Centro de Visitante de Miraflores
Nível da água mais baixo

Fim da travessia
Nosso guia comentou que foi uma grande festa para o povo panamenho quando o Governo assumiu o controle do Canal no ano de 1999. Antes toda a região do canal era controlada pelas tropas do Exército norte-americano com o uso de tanques e armamento pesado. O trânsito de pessoas e carros era proibido.

Causeway de Amador

Um calçadão construído com as pedras retiradas da construção do canal do Panamá ligando três ilhas pequenas; Naos, Perico e Flamenco. Nas ilhas há uma  variedade de lojas, bares, restaurantes,  e grandes marinas. Por lá estão ancorados centenas de iates, lanchas e barcos. Na última ilha encontra-se o Duty Free Amador.
É utilizado para a prática de exercícios físicos; caminhadas, patins e bicicletas.
Do calçadão aprecia-se ao fundo a bela vista dos arrana-céus, dos navios entrando no Canal do Panamá e a imponente Ponte de las Américas.


Hora do almoço escolhemos o agradável restaurante Leños e Carbon Parrillada Salad Bar, com vistas para a marina e ao fundo os modernos edifícios. O piso do restaurante possui placas de vidro donde se visualiza a água do mar.
O almoço para 5 pessoas custou B/. 81,03 com impostos, e foi servido de entrada um prato de carpaccio mixto e outro de ceviche de corvina. Como prato principal foi servido  pargo frito e uma porção de picada acompanhado da cerveja local "Atlas".

Ceviche de corvina

Picada - prato com três tipos de carne (porco, vaca e frango) banana e batata fritas

Pargo frito - além de bonito, delicioso, hum!

Casco Viejo

Área antiga da cidade do Panamá. Declarada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 1977. Fundado em 1673,  conserva as características próprias da arquitectura colonial dos séculos XVI e XVII,  Tem ruas estreitas e suas construções estão sendo pouco a pouco restauradas. Neste bairro encontra-se lojas de souvenir, hotéis, bares, restaurantes, museus etc.
Visitamos a Igreja São José, de 1671, que em seu interior conserva um maravilhoso altar de ouro, semelhante aos altares vistos nas igrejas barrocas de Minas Gerais.
Estanhei o fato de não haver segurança e poder tirar fotos com flash à vontade, mas nosso guia esclareceu que o altar era uma réplica, o ouro havia sido saqueado há muito tempo.


Paseo Esteban Huertas onde encontra-se um conservado trecho da muralha que protegia a cidade.


Artesanato indígena
Enfim, terminamos o nosso tour no shopping Albrook.

Panamá

 Punta Pacifica, bairro moderno da cidade do Panamá City
 Punta Pacifica, bairro moderno da cidade do Panamá City

A partir de junho de 2011 a Copa Airlines passou a fazer vôos direto de Brasília ao Panamá. O Panamá é o Hub das Américas, isto é, no Aeroporto Internacional de Tocumen a Copa Airlines oferece conexão para dezenas de destinos na América Central e Sul, Estados Unidos e Caribe.


Nosso destino final era Aruba, mas optamos por uma conexão de 36 horas no Panamá, tempo suficiente para visitar o canal e a cidade do Panamá.
Saímos de Brasília dia 10 de agosto pontualmente às 5h 41min e chegamos ao Panamá às 9h e 48 min (diferença de 2h fuso horário).
Neste trecho a aeronave é um 737-800 com capacidade para 160 passageiros divididos em duas classes, e configuração de 3 a 3 cadeiras. Havia monitores espalhados pela cabine e além de séries da tv americana passaram o filme Rio com dublagem em inglês, espanhol e português. Além do áudio dos vídeos havia mais 7 opções de canais com músicas variadas.
Foi-nos distribuído travesseiros e mantas e como o avião não estava lotado sobraram cadeiras vazias para um bom cochilo.
Depois de uma hora e meia de vôo foi servido um excelente café da manhã composto de: Ovos mexidos, croissant, pão fresco, manteiga, pedaços de frutas, iogurte de morango e bebidas variadas, o detalhe fica por conta dos talheres de aço inoxidável.
Quase duas horas depois do café da manhã foi servido outro lanche, desta vez era um  sanduíche de peito de frango com legumes e um pacotinho de mandioca frita (yuca produzida na Costa Rica) e bebidas (vinho tinto e branco, cerveja, sucos, refrigerantes e água).

No aeroporto do Panamá não havia filas na imigração, passamos sem problemas. Não foi solicitado o comprovante da vacina amarela, embora obrigatório para entrar no país.
A corrida de táxi aeroporto centro pela via expressa é de US$ 28,00 e US$25,00 pelo caminho mais longo, sem pagar pedágio. Pegamos o táxi oficial do aeroporto e meia hora depois já estávamos no hotel.

A reserva do hotel Eco Inn Ávila foi feita pelo Booking. Pagamos US$ 185,94 por duas noites. As acomodações do hotel eram satisfatórias, porém não me agradou a sua localização, apesar de próximo a Av. Espana ficava distante do centro comercial.

Vista do terraço do hotel Eco Inn Avila

Compras na cidade do Panamá

À tarde fomos visitar uma loja de material de pesca a Abernathy Centro de Pesca Lancha y Mar, mas nada parecido com as grandes lojas de Miami.

Os táxis não possuem taxímetro, portanto é prudente negociar o preço da corrida antes de se entrar no táxi. Normalmente eles cobram US$ 3,00 por uma corrida pequena.

Shopping Albrook 

Recomendado por todos os panamenhos, único shopping que visitei.  Ele é enorme possui uma variedade de lojas e praça de alimentação, mas não vendem bebida alcoólica, nem uma cervejinha, imagine as caras dos maridos te acompanhando nas compras, rsrsrs.
Quanto aos eletrônicos recomenda-se a loja da Panafoto, esta loja fica numa ponta externa do shopping. Há também uma loja da Apple.
Pelo mapa do shopping encontrei uma loja com o nome Panamá Hats, gostaria de tê-la visitado somente para conferir a qualidade dos chapéus colocados à venda. Os chapéus que eu vi vendendo nas lojas de souvenir e na feira de Casco Viejo eram semelhantes aos vendidos, pelos equatorianos, nos calçadão da Visconde de Pirajá em Ipanema Rio de Janeiro, e custavam na cidade do Panamá de 20,00 a 30,00 dólares e no Rio de Janeiro R$40,00 reais.
Em toda  compra feita há um imposto de 7% acrescido na nota, mas em algumas lojas é só pedir que eles não acrescentam o imposto.

 Multiplaza Pacific Maill

Localizado na área mais bonita e rica da cidade, na Punta Pacífica, onde estão os enormes edifícios semelhante à Dubai. Possui as principais lojas de grife: Cartier, Chanel, Bvlgari, Hermes, Louis Vuitton e tiffany & Co.

Metromall

A vantagem deste shopping é que está localizado a 10 minutos do aeroporto de Tocumén e oferece transporte gratuito aeroporto-Metromall-aeroporto.

Via Espana

É uma das principais avenidas do Panamá. Ela é enorme, o melhor comércio fica na altura das ruas 50 a 55 com grandes lojas e mini Malls. Encontra-se nesta rua lojas da Nike, Tommy, Guess, Nautica, Adidas, DKNY, Calvin Klein e outras, com preços convidadtivos, semelhante aos outlets. Foi na Champs Sports que consegui comprar tênis Asics com 50% de desconto.

Via Espana, principal avenida da cidade do Panamá
Via Espana

Na cidade do Panamá é bom para fazer compras, mas não se compara em quantidade e variedade de produtos dos outlets de Miami e Orlando.

O dinheiro utilizado no Panamá

  A moeda do Panamá é o Balboa. No comércio e em todos lugares está impresso com a grafia B/. 1,00 mas o dinheiro realmente em circulação é o dolar americano. É  impresso somente as moedinhas metálicas em Balboa correspondente ao tamanho, peso e valor do dolar americano.

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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Mendoza - Almoço na Bodega Ruca Malen

Bodega Ruca Malen está situada na região Lujan del Cuyo, aos pés da Cordilheira dos Andes. Somente a visita às suas intalações já é um agradabilíssimo passeio, imagine ter a oportunidade degustar  um almoço com cinco pratos  harmonizados com o vinho da vinícola. É imperdível !

A reserva para o almoço foi feito no próprio site da vinícola Ruca Malen . É solicitado dois dias de antecipação para marcação da reserva.


Menu Degustação

Aperitivo
 PRIMEIRO PASSO 

Salada de quinoa e limão, temperada com azeite de oliva Arbequina, e acompanhada por chips de maçã caramelizados com creme de cítricos e cunha de maçã verde.
Yauquén Chardonnay 2009. 100% Chardonnay. Sem passagem por carvalho nem fermentação maloláctica.
Harmonização: Queremos destacar a fruta, a persistência e acidez equilibrada de nosso Chardonnay através da frescura docreme de cítricos e da maçã.
Aperitivo

Segundo Passo
 Espetinho de carne curada com especiarias e “empanada” de abóbora-cabaça e nozes, com molho “chimichurri” de oliva Picual
Yauquén Cabernet Sauvignon 2009. 100% Cabernet Sauvignon. 30% do vinho envelhecido em carvalho durante seis meses, depois unificado com o resto do vinho e finalmente engarrafado. É um vinho fresco e frutado.
Harmonização: A fruta fresca e notas de especiarias de nosso Cabernet Sauvignon se complementam muito bem com as especiarias da carne e os sabores agridoces da empanada. O contraste de sabores acompanha bem o varietal.

Segundo prato




 Entrada

 Terceiro Passo

Terrine de queijo fresco, alho-porró e azeitonas pretas com xarope funghi e pão de campagne torrado em azeite de oliva Arauco e Farga.
Ruca Malén Merlot 2005. 90% Merlot, 5% Malbec e 5% Petit Verdot. Envelhecido por separado durante um ano em carvalho, 80% francês e 20% americano, depois unificado e finalmente engarrafado.
Harmonização: As notas terrosas e tostadas deste prato ressaltam a evolução e complexidade do blend. Na boca, a suavidade e os taninos doces do vinho se enfatizam com o sabor defumado do prato.


Terceiro prato


 Prato Principal

 Quarto Passo
Medalhão de filé assado com creme de borras e cassis, batatas com pimenta preta, beringelas queimadas no fogo e brunoise de legumes.
Ruca Malén Malbec 2007. 100% Malbec. Envelhecido durante 12 meses em carvalho, 85% francês e 15% americano.
Kinién Cabernet Sauvignon 2002. 90% Cabernet Sauvignon e 10% Malbec. Envelhecido durante 15 meses em carvalho de primeiro uso, 90% francês e 10% americano.
Harmonização: Neste quarto passo apresentamos dois vinhos. Em primeiro lugar nosso Ruca Malén Malbec 2007, com taninos suaves que destacam a fruta vermelha, harmonizando muito bem com o filé grelhado e com o creme de borras. E nosso Kinién Cabernet Sauvignon 2002, cujas notas de evolução e especiarias se equilibram muito bem com as beringelas
defumadas e a pimenta.





 Pré- Sobremesa
Granita de Chardonnay, limão e alecrim.


 Sobremesa
 Quinto Passo
Pastel de banana assada com creme de chocolate branco, canela, mel e caramelo.
Ruca Malén Chardonnay 2007. 100% Chardonnay. 30% do vinho fermentado em carvalho francês e envelhecido durante oito meses em barricas de carvalho, 70% fermentado em tanques de aço inoxidável.
Harmonização: Neste Chardonnay 2007 destacam-se notas de manteiga, mel e tostado, bom para acompanhar esta sobremesa onde sobressaem os sabores doces do mel, do caramelo e do chocolate branco

Observem a relação do tamanho do prato com a sobremesa


Confesso que  não sou uma expertise em vinhos e não consegui acompanhar toda essa harmonização, mas considero uma das melhores visitas que fizemos.  Vejam o final da festa! Como nos divertimos!





 Preço por pessoa do Menu Degustação ARS $210,00 (set. 2010) 



Mendoza - Bodegas Lujan de Cuyo


No nosso segundo dia de visitas às bodegas mendocinas escolhemos as bodegas situadas no departamento de Lujan de Cuyo localizado na parte alta do Rio Mendoza, a 20 km da cidade de Mendoza.
Esta região é surpreendente, por quase todos os lados tem-se uma visão da cordilheira dos Andes e seus picos nevados.

Vinícolas destacadas: Achaval Ferrer, Altavista, Belazco Baquedano, Catena Zapata, Chandon, Carmelo Patti, Norton, Terrazas de los Andes, Kaiken, Krontiras, Mendel, Melipal, Walter Bressia, Finca Decero, Septima, Cap Vistalba, Luigi Bosca, Ruca Malen, Sottano, Tapiz, Viña Cobos.
Nosso destino era visitar a Bodega Ruca Malen na qual tínhamos um almoço harmonizado agendado. Como a vinícola Catena Zapata fica na mesma região por sorte conseguimos uma rápida visita sem agendamento.
Na Catena Zapata o visitante é recebido na casa principal; uma construção imponente em forma de pirâmide.



Todos os seus aposentos estão abertos à visitação, inclusive a sala de barricas onde estão os barris de carvalho adormecidos. No centro tem uma sala envidraçada para degustação.




Por uma bela escada alcança-se o terraço na parte superior donde se tem uma bela dos vinhedos e da Cordilheira dos Andes.



Não foi propriamente uma degustação, somente uma rápida visita, mas mesmo assim nos foi oferecido uma taça de vinho (não me lembro mais o nome) e na sala de degustação havia  uma vitrine com exposição dos vinhos produzidos pela bodega, inclusive o Saint Felicien, um dos mais apreciados e só comercializado na Argentina.




Como não sou especialista em vinhos, deixo com vocês o link do blog QVinho.com.br que faz um relato completo dos vinhos produzidos pela bodega.